terça-feira, 1 de setembro de 2009

Limites

Limitar... Este é um conceito interessante.
Consiste em definir propriedades de determinado conjunto.
Motivos, Regras, Tamanho... propriedades relativas ao assunto em questão.

Muitas vezes em nossas vidas, utilizamos este conceito.
Limitamo-nos, aos outros e as coisas, para não encontrarmos resultados indesejados.
Como uma forma de proteção, impenimo-nos de algo.
Quando bem empregados, limites nos proporcionam grandes benefícios.
Mas, não somos os únicos a nos limitar.
O nosso ambiente, onde vivemos, trabalhamos, estudamos... nos limita.
Nossa condição financeira, social, gostos e trejeito... nos limitam.
E, principalmente, nossos sentimentos e achismos... estes são os campeões.

Raciocinamos, erroneamente, os limites em cascata.
Ora, se não posso fazer isso, também não posso fazer aquilo.
Algumas vezes, estes raciocínios estão corretos, mas poucos o são.
Não é por que você não pode levantar uma pedra, que não pode levantar duas.
Isto por que, o peso delas não foi considerado.
Então, o segundo limite é erroneamente imposto.
E aí, os malefícios da limitação se apresentam.

Pensar... automaticamente, visualizamos nosso cérebro.
Nosso controlador, sistema central e Limitador-mor.
Ele calcula tudo e define os limites para nós.
Mas nós, inconscientemente, o fazemos definí-los em cascata.
Este é um quesito em que devemos nos melhorar.

Quantas vezes deixamos de fazer algo por acharmo-nos incapazes?
Ou mesmo, por achar outro mais capaz que nós mesmos?

Este conceito, assim como nossos castelos de areia, é mutável.
Nós crescemos constantemente, tornando-nos mais e mais capazes.
Ou seja: Nossos limites são superáveis, quebráveis e descartáveis.
Nossos limites são feitos para serem vencidos, não para serem barreiras.

Reflitamos sobre cada um de nossos limites, dia após dia.
Perceberemos que muitos deles são descartados e outros postos.
Nossa vida gira em torno deles.
Romper limites é uma arte na qual devemos nos tornar mestres.
É o que nos dá a nossa liberdade, do contrário, seríamos estáticos.

Os cientistas provaram que, na média, usamos apenas 10% do nosso cérebro.
Este é um limite que deve ser, e será, rompido com o tempo, como já foi.

Proponho um rompimento de limites.
Desamarremo-nos de nossas correntes.
Pés para correr com o som do vento aos nosso ouvidos.
Mãos, para alcançar-mos os mais altos e doces frutos.
Mente, de forma que flutuemos em nossa própria consciência.
Coração, para que possamos nos dar, sempre, mais outra chance.

Limite-se focando a sua auto-preservação.
Estilhace todos os outros.
Faça outros felizes. Seja feliz.
Pratique o bem.

Um convite ao conhecimento de si próprio e do mundo.
Um convite à paz... interior e exterior.

Limites, talvez eles sejam...

Just My Thoughts.

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